Adolescente grávida morre porque lei anti-aborto adiou quimioterapia

aborto

O caso da jovem de 16 anos, grávida e com leucemia, atraiu as atenções de todo o mundo depois da decisão dos médicos de adiar a quimioterapia para evitar um aborto

Primero facto: A Constituição dominicana proíbe o aborto. Segundo facto: uma adolescente com leucemia teve o tratamento adiado para evitar uma interrupção da gravidez. Terceiro facto: A jovem morreu ontem, sexta-feira. Estão lançados os dados para uma polémica que ultrapassa em muito as fronteiras do país caribenho.
A hesitação dos médicos, face à lei dominicana, levou a que a adolescente só começasse o tratamento de quimioterapia cerca de 20 dias depois de ter dado entrada no hospital. Nessa altura, a mãe, Rosa Hernandez, tentou convencer o corpo clínico e o governo a abrir uma exceção de modo a salvar a vida da filha: "Sei que o aborto é pecado... mas a saúde da minha filha está primeiro."
Segundo o hospital, a rapariga, que estava grávida de 13 semanas, morreu de "complicações da doença". O seu corpo rejeitou uma transfusão de sangue e não respondeu positivamente à quimiogterapia. Na sexta-feira, sofreu um aborto, seguido de paragem cardíaca.


in Visão.pt


Artigos Relacionados:
Castigos físicos em crianças podem provocar comportamento agressivo
 Os castigos físicos repetidos infligidos a crianças de três anos levam, fr
Aprovada adopção por casais homossexuais
A Câmara de Deputados do Uruguai aprovou hoje um projecto de lei autorizando a adopç&at
Comboio mata criança de dez anos
Uma criança de 10 anos morreu atropelada por um comboio, numa passagem de nível em San
Criança morre afogada em lago artificialCriança morre afogada em lago artificial
Oeiras: Criança morre afogada em lago artificial Uma criança de nove anos foi, segund
Queria um bebé louro de olhos azuis com estofos em pele e jantes especiais
Há quem coleccione automóveis. Outros preferem jóias. Alguns optam pelas casas
Share to Facebook