Bebé Vida promove Projeto de Solidariedade Social “Bebé Vida Sorrisos”

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gravidacomfloresBBV 93Iniciativa visa ajudar famílias desfavorecidas que tenham um filho que necessite de transplante hematopoiético e cujo sangue do cordão umbilical do filho que vai nascer (no caso de ser compatível com o irmão) possa ser considerado uma possibilidade terapêutica

A Bebé Vida, banco de tecidos e células 100% português, promove o seu Projeto de Solidariedade Social, “Bebé Vida Sorrisos”, uma iniciativa criada e desenvolvida pela empresa, que tem como objetivo ajudar e angariar apoio financeiro para crianças e pais com dificuldades económicas e que necessitem de recorrer a terapias com o sangue do cordão umbilical.

 

Este Projeto de Responsabilidade Social nasceu em 2009 e surgiu como resposta ao desafio de amparar pessoas que enfrentam dificuldades devido à falta de apoio financeiro. Tratam-se de casos em que as crianças têm uma doença cuja cura poderá ser possível através de um tratamento com células estaminais do sangue do cordão umbilical.

Por outro lado, e através do projeto “Bebé Vida Sorrisos”, o laboratório BEBÉ VIDA continua a contribuir para a investigação científica e apoio à terapia celular. A mais recente doação foi para a Associação Viver a Ciência, no Leilão Simbiontes, onde um conjunto de obras de arte e outras ofertas, produzidas por crianças e doadas por artistas portugueses esteve em leilão. Os fundos obtidos com as licitações deram origem à segunda edição do Prémio Simbiontes, que no passado premiou um trabalho de investigação em cancro e este ano destacará um projeto na área do Neurodesenvolvimento infantil.

No âmbito do Projeto Bebé Vida Sorrisos, a empresa promove ainda a iniciativa “Bebé Vida um Banco Solidário”, que visa a realização da colheita, análise, processamento e criopreservação do sangue do cordão umbilical de bebés suscetíveis de terem irmãos portadores de doenças graves com potencial indicação para transplantes de progenitores hematopoéticos. Todo o processo é gratuito, sendo que para este atendimento, há um protocolo de seleção que prioriza a comprovação da doença com indicação de transplante e a comprovação de baixos rendimentos.

“Sabemos que a criopreservação das células estaminais, bem como os tratamentos que possam ser realizados com a sua utilização não são acessíveis a todos. Nesse sentido, desde cedo que na Bebé Vida, foi uma preocupação criar mecanismos que pudessem, de alguma forma, ajudar pais e crianças com dificuldades financeiras e com doenças cujo tratamento com o recurso às células estaminais é uma esperança. Até ao momento, a BEBÉ VIDA já ajudou duas crianças e doou mais de 20 mil euros para estas causas. Foi com muita satisfação e sentimento de dever cumprido que atribuímos um sorriso de esperança a estas famílias”, explica Sílvia Martins, Administradora da Bebé Vida.

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