Bebé Vida

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A BEBÉ VIDA – Ciências para a Vida, S.A., é uma empresa criada em 2005 que se dedica à recolha e criopreservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical e do cordão umbilical de neonatos, pelos períodos de 15, 20 ou 25 anos.

Cumprindo elevados parâmetros de rigor e profissionalismo, a BEBÉ VIDA tem sido reconhecida pela excelência do seu serviço.

Através da Criopreservação, a BEBÉ VIDA visa proporcionar aos pais uma oportunidade de tratamento de doenças graves, que podem ser fatais.

A sua unidade laboratorial é constituída por uma equipa técnica altamente qualificada e rege-se por altos padrões de segurança e qualidade, contribuindo para que a BEBÉ VIDA ocupe um lugar de referência na prestação do serviço de criopreservação das células estaminais.

A confiança depositada por mais de 20 mil pais demonstra a excelência e o rigor do serviço prestado.

As despesas com a criopreservação dão para deduzir no IRS?
As despesas relativas à criopreservação não podem ser deduzidas em sede de IRS pois não são consideradas como despesas de saúde. 

Para que doenças serve o sangue? E o tecido?
No Sangue do Cordão Umbilical encontramos Células Estaminais Hematopoiéticas, que se diferenciam em células de linhagem sanguínea. Estas células têm sido colocadas pelas pesquisas atuais como elementos de grande importância em terapias hematológicas e oncológicas, tais como leucemias, linfomas e anemias. Atualmente existem mais de 50 aplicações terapêuticas, 30 ensaios clínicos e mais de 20 terapias experimentais com recurso a células estaminais do sangue do cordão umbilical.
No Tecido do Cordão Umbilical temos uma fonte privilegiada de Células Estaminais Mesenquimais que encontram na capacidade imunomoduladora o seu grande potencial. A sua utilização como coadjuvante ao transplante hematopoiético alogénico (dador e receptor são pessoas diferentes) permite minimizar complicações pós-transplante tais como a Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro (GVHD). Esta complicação é frequente neste tipo de transplante e é também uma das mais temíveis. As células estaminais mesenquimais são células indiferenciadas com capacidade de auto-renovação e multiplicação. Podem diferenciar-se noutras linhagens celulares, tais como: osteoblastos (osso), adipócitos (tecido adiposo) e condrócitos (cartilagem). Embora atualmente estas células apenas possam ser disponibilizadas conjuntamente com o Sangue do Cordão Umbilical, para a GVHD, existem neste momento em curso mais de 200 ensaios clínicos com recurso às mesmas pelo que o futuro poderá revelar-se verdadeiramente promissor.
Estão aprovados pela FDA (Food and Drug Administration) cerca de 200 ensaios clínicos, envolvendo o uso destas células. O potencial clínico das células estaminais mesenquimais de diversas fontes encontra-se em estudo em doenças como a Diabetes Tipo I, Colite Ulcerosa, Cirrose Hepática, Displasia Broncopulmonar, Esclerose Múltipla, entre outras. Estudos recentes mostram ainda o potencial destas células no tratamento da Artrite Reumatóide, do Lúpus e lesões da espinal medula. Se quiserem informação mais detalhada poderão consultar o link www.clinicaltrials.gov.

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