Bomba de insulina de última geração ajuda a controlar grávida diabética

Paradigm Veo

Planear a gravidez deve ser uma exigência para a mulher diabética. Porque existem riscos para a mãe e para o bebé impõe-se uma vigilância apertada dos níveis de açúcar no sangue. Este controlo é agora mais eficaz com a Medtronic Paradigm® Veo™, a primeira bomba a combinar a terapêutica insulínica com um sistema de monitorização contínua da glicose e suspensão automática da administração de insulina por hipoglicemia.

Este revolucionário dispositivo permite às futuras mães uma maior liberdade durante as refeições e ao dormir. Ao mesmo tempo, retira o stress e o medo da gestão da diabetes durante a gravidez através da sua capacidade de proteger contra os perigos associados.

Para o Prof. João Raposo, director clínico da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal “esta tecnologia de última geração, que deve ser colocada até seis meses antes da gestação, é um grande avanço para as grávidas, já que podem melhorar o controlo da sua doença, diminuindo os riscos para si e para o feto. O domínio do açúcar no sangue e o da administração da insulina são muito importantes porque se traduzem numa maior comodidade e qualidade de vida, assim como na optimização do controlo metabólico. Para as futuras mães é também a oportunidade de ter uma gravidez mais tranquila.”

A diabetes tem implicações também na saúde do bebé, que pode crescer demasiado devido à glicose, que circula em excesso no sangue, alcançando a placenta, e obrigando o pâncreas a produzir mais insulina. Pode ainda sofrer de hipoglicemia e nascer com pouco açúcar no sangue.

De acordo com o Prof. João Nabais, presidente eleito da Federação Internacional da Diabetes “este dispositivo protege as mães contra episódios potencialmente perigosos e faz com que os bebés nasçam mais saudáveis. As bombas insulínicas fornecem um controlo mais apertado, originando uma gravidez mais calma e um parto mais seguro”

A terapêutica com bomba de insulina pode ser também indicada a crianças pequenas e adolescentes, pois é um método com inúmeras vantagens por comparação às múltiplas injecções diárias, sobretudo para quem tem fobia a agulhas. Verifica-se um menor risco de hipoglicemia (episódio muito perturbador para a criança e pais), maior flexibilidade no estilo de vida, menor variabilidade dos valores da glicemia e, desde que bem usado, permite um bom controlo glicémico.
De acordo com a Federação Internacional da Diabetes estima-se que existam 285 milhões de pessoas com a doença a nível mundial, 10% dos quais com diabetes tipo 1. Todos os dias são diagnosticadas 200 crianças com diabetes tipo 1 e estima-se que, em todo o mundo, mais de 440 mil com menos de 14 anos são insulino-dependentes. 
 

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