Comida de Boiões

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Verdadeiro ou falso?   
 A Blédina responde a algumas das principais questões das mamãs e dos papás.
 “Podemos encontrar conservantes e corantes nos alimentos para bebés.”
 FALSO. Os alimentos para bebés são esterilizados e pasteurizados para assegurar a sua perfeita conservação. São cozinhados a vapor para preservar os benefícios e o sabor dos ingredientes que o compõem . A Blédina, seguindo a regulamentação, não utiliza nem conservantes, nem edulcorantes, nem corantes nos seus alimentos para bebé.
 
“Os boiões contêm menos nitratos que as refeições preparadas com os legumes comprados no mercado.”

VERDADEIRO. Os nitratos encontram-se nos legumes, especialmente a seguir à utilização de adubos. È esta a razão pela qual o conteúdo em nitratos de certos legumes que se encontram à venda no mercado pode atingir 90mg por cada 100g. Porque o organismo do bebé é especialmente frágil, os especialistas da Associação Europeia de Nutrição Pediátrica recomendam que a alimentação dos bebés não contenha mais do que 25 mg de nitratos por cada 100g. Para assegurar este fraco teor de nitratos, a Blédina utiliza formas de cultivo específico da fruta e dos legumes, adequados aos alimentos para bebés.
 
“As farinhas infantis engordam.”
FALSO. As farinhas são pobres em lípidos e ricas em glúcidos complexos. Consumidas diariamente, nas doses recomendadas, não só não engordam como proporcionam progressivamente ao bebé a energia de que ele precisa para se constituir, sem sobrecarregar o seu organismo. As farinhas da Blédina são elaboradas por nutricionistas.
 
“Posso dar os boiões de refeições com carne de vaca, com toda a segurança”
 
VERDADEIRO. Os boiões de refeições para bebés contêm pedaços de carne rigorosamente seleccionados. Apenas o músculo é utilizado nos alimentos para bebés, pois a comunidade científica reconhece que é a parte do animal sem risco de transmissão de BSE (Encefalopatia Espongiforme Bovina). O aprovisionamento de carne de vaca é objecto de um caderno de encargos muito rigoroso: não podem ser utilizadas farinhas animais e a rastreabilidade deve ser assegurada.
 
“Se eu achar que um boião tem pouco sal, o bebé vai sentir o mesmo?”
 
FALSO. Os paladares e as necessidades do bebé são diferentes dos dos adultos. No caso do bebé, as suas doses devem ser muito pequenas e controladas em conformidade com a regulamentação. Por isso mesmo, a quantidade de sal a colocar nos alimentos deve ser limitada: inferior a 200mg de sódio por 100G (ou 100Kcal). Tenha sempre presente que o bebé não sente os sabores da mesma forma do que um adulto e se os boiões de refeição não têm sal, é porque são mesmo para o bebé!
 
“Alguns açúcares são melhores do que outros para a saúde do bebé.”
 
VERDADEIRO. Sabor preferido das crianças, o açúcar é uma excelente fonte de calorias mas é igualmente um forte adversário no combate das mesmas. Não existe um açúcar, mas sim vários açúcares que são necessários distinguir. Os melhores amigos do bebé são os açúcares de digestão lenta, presentes nas farinhas infantis, nas massas, no arroz… que permitem uma descarga progressiva de energia. A frutose, presente naturalmente nas frutas, não provoca cáries e prolonga a sensação de saciedade, contrariamente aos açúcares de digestão rápida (presentes nas compotas, frutas em xarope, sumos de frutas, refrigerantes ou bombons). Os boiões de fruta para bebés não contêm açúcar adicionado. Apenas as frutas mais ácidas contêm a dose correcta e adaptada.
 
“O bebé conseguirá comer mais facilmente se tiver uma colher adaptada.”
 
VERDADEIRO. A descoberta da pequena colher é um momento importante na vida do bebé. Para que não haja qualquer tipo de resistência, há algumas precauções que deverá ter em conta. Prefira uma colher pequena, que caiba bem na boca do bebé. Deverá ser rasa e não muito grossa, para que ele possa comer mais facilmente, e em silicone para que o contacto seja mais agradável.
 

– Aos 10 meses, já posso dar ao bebé legumes congelados e enlatados.

 
FALSO! Os legumes congelados e os enlatados, embora reservem algumas garantias nutricionais, contêm ao mesmo tempo indesejáveis resíduos de pesticidas. Assim sendo, os espinafres congelados podem conter uma taxa de nitratos tolerável pelo nosso organismo, mas que pode ser nociva ara o organismo do bebé. Essa taxa de nitratos ultrapassa bastante a quantidade máxima imposta pela regulamentação da alimentação infantil. Para bebés com mais de 4 meses, não deverá exceder as 200mg/kg de produto final.
Para garantir o melhor possível essa segurança, a Blédina selecciona rigorosamente à partida os ingredientes e controla os seus produtos em cada etapa da sua preparação.

–  Os produtos Blédina não contêm resíduos de pesticidas*
 
VERDADEIRO! Para a segurança do bebé, e conforme a regulamentação europeia, a Blédina garante que os seus produtos não contêm resíduos de pesticidas detectáveis no limiar de 0,01mg/kg. Os contratos realizados com os agricultores limitam os tratamentos autorizados no cultivo. O cumprimento desses contratos é verificado por auditores em todas as fases da produção, assim como, as análises de resíduos. Os alimentos comuns podem conter até 5000 vezes mais resíduos de pesticidas do que os produtos para bebés (limitados por regulamentação).
 
* superiores a 0,01mg/kg
 
– Demasiadas proteínas podem sobrecarregar o organismo do bebé.
 
VERDADEIRO! Há crianças que até aos 2 anos consomem 2 a 3 vezes mais proteínas do que as doses que se julga necessárias, particularmente na altura da diversificação alimentar. É por isso que os boiões de refeição Blédina e Blédichef contêm a dose correcta de proteínas de modo a não sobrecarregar o organismo do bebé. Por exempo, a receita Blédichef “Paella dês toutpetits” contém 4 vezes menos proteínas do que uma paella para adultos.* Não pense em dar ao bebé, mais do que uma vez por dia carne ou peixe.
 
*Ciqual – Reportório dos Alimentos – 2ª Edição
 
–  Não há nenhuma diferença entre uma tacinha de puré de frutas Sabores do Pomar e uma compota clássica.
 
FALSO! As frutas utilizadas nos produtos para bebés são submetidas a cadernos de encargos muito rigorosos: tratamentos phytosanitaires limitados ao máximo. Um puré de frutas Sabores do Pomar 100% frutas não tem açúcar adicionado, ao contrario de uma compota clássica. Em conformidade com a regulamentação infantil, os purés de frutas para bebés não têm corantes nem conservantes ou aromatizantes artificiais.
 

– Os problemas de excesso de peso podem revelar-se muito cedo na vida de uma criança.

VERDADEIRO! Com um ano, o bebé é gorducho e isso é perfeitamente normal. Quando começa a andar, começa a perder também um pouco de peso. Todavia, é importante ter atenção com a sua alimentação e com os seus hábitos alimentares, respeitando a dose certa de proteínas, lípidos e glúcidos. Para evitar desequilíbrios, por exemplo no que respeita a proteínas, convém dar-lhe carne, peixe ou ovo, apenas uma vez por dia, preferencialmente ao almoço. A partir dos doze meses, a quantidade diária recomendada por pediatras são 20 a 25Gr, ou seja, 4 colheres de café. Todas as refeições completas Blédina contêm a dose certa de proteínas, e são adaptadas às necessidades do bebé.
 
 
– É preciso que o bebé coma tudo o que tem no prato.
 
FALSO! Deve prestar atenção para que não dê uma quantidade exagerada de comida ao bebé. As necessidades alimentares de um bebé correspondem a ¼ das de um adulto. Portanto, se o bebé não quiser comer mais, é porque não tem fome.
Há também bebés que têm mais apetite do que outros. Podem também num dia, ter muito apetite e noutro não querer comer. A partir do primeiro ano, um bebé que se interesse muito pelos seus primeiros passos, pode ligar um pouco menos às suas refeições. Uma baixa quebra de apetite neste período é perfeitamente normal, além de que o seu crescimento torna-se mais brando e, por isso, as suas necessidades nutricionais tornam-se menos urgentes. Obrigar o bebé a comer pode ser psicologicamente prejudicial. Mesmo que ele não coma nada durante o dia, certifique-se de que tem apetite à hora das refeições.
 
– Com um ano, o bebé recusa experimentar novos alimentos.
 
VERDADEIRO! A isso, chama-se a neofobia e faz parte da aprendizagem alimentar do bebé, é o momento em que quer afirmar a sua personalidade, recusando alimentos que lhe são propostos. Sobretudo porque o seu paladar está habituado a determinada comida e a experimentação de novas texturas pode ser desagradável. Tenha paciência e experimente preparar os alimentos que ele recusa de forma diferente. Não hesite em preparar-lhe refeições simples ou, até mesmo, refeições que ele possa comer enquanto anda pela casa, por exemplo.
 
– É importante que o bebé coma ao mesmo tempo do que os pais.
 
VERDADEIRO! Mesmo que seja habitual o bebé comer antes de todos, é importante que sempre que possível, acompanhe a família à hora das refeições. É um momento especial para conviver com a família e para poder imitar o comportamento dos pais e até mesmo aperfeiçoar a forma como pega na sua colher ou copo. Não se esqueça de que o bebé não pode comer exactamente a mesma comida que os adultos, tem que ser sempre adaptada. Por exemplo, se preparar um puré separe a parte do bebé antes de juntar o sal. Na preparação da massa do bebé, junta apenas uma colher pequenina de manteiga crua e só depois pode juntar o molho para o resto da família.
 

Mais aqui: http://www.bledina.pt/?TabId=76&language=pt-PT

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