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Criança de quatro anos explusa de ATL

Criança de quatro anos explusa de ATL
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O Centro Social e Paroquial de Labruge, Vila do Conde, não renovará a matrícula de uma criança de quatro anos, alegando que ela tem "comportamentos que perturbam o funcionamento do grupo". O avô admite que o menor é irrequieto, mas critica decisão.

Os avós da criança, que receberam a carta do ce ntro há uma semana a comunicar a decisão, dizem-se revoltados com a situação, porque nada fazia prever um desfecho destes. Admitem, porém, que a criança "tem dificuldade em obedecer às ordens dos adultos". "Não houve uma carta anterior a esta nem um relatório que eu pudesse levar o menino a um médico. Nada. Agora, estão a fazer do meu neto um cadastrado", defendeu o avô, que pede o anonimato para protecção do menor.

Segundo disse, tudo terá começado com um pontapé que o neto deu a uma menina. Na sequência desse acidente, a avó foi ao ATL falar com as educadoras e , mais tarde, "foi prometido pelo ATL um relatório para o menino ser levado depois ao médico". "Ele é muito irrequieto, mas não há ninguém qualificado para lidar com ele? Pelo visto, parece que não", argumentou o avô.

Contactado pelo JN, o Centro Social e Paroquial de Labruge confirma ter enviado a carta onde se pode ler que a instituição "deixa de prestar serviços" à criança e aponta o carácter irrequieto do menor. "É uma criança que não tem comportamentos próprios. Empurra as outras crianças, dá-lhes pontapés, não pára quieto, pega nas cadeiras e parte-as, atira coisas aos vidros e quebra-os", contou, ao JN, uma das educadoras, acrescentando que "os pais das outras crianças queixam-se constantemente por ele ser violento para elas".

Começar por ir ao médico

Segundo a mesma fonte, "os avós foram avisados do comportamento do neto o ano inteiro". "Demos imenso tempo e estamos sempre a dizer que a criança tinha que ser levada ao médico, porque tais comportamentos não eram normais. Não sentimos colaboração. Nunca o levaram", assegurou.

Relativamente ao relatório que os avós reclamam como prometido, fonte do ATL garantiu não ser verdade. "Dissemos-lhes para levarem a criança a um médico. Nunca prometemos um relatório". Para o avô, tudo isto era desnecessário. "Se ele se porta tão mal, podiam castigá-lo", defendeu. Para o centro social, contudo, "a educação deve começar em casa". "Nós não fazemos milagres. Podiam começar por levá-lo a um médico".

in jn.sapo.pt

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