Einstein em ponto pequeno

Oscar Wrigley cedo começou a demonstrar uma enorme capacidade de aprendizagem. Os psicólogos concluíram que o seu coeficiente de inteligência era equivalente ao de Einstein.

Com 18 meses de idade, Óscar Wrigley – residente em Reading, próximo de Londres – deveria saber apenas cerca de 20 palavras. Contudo, já conhecia perto de 600. Hoje, com dois anos e cinco meses, a criança obteve o coeficiente de inteligência (QI) de mais alta pontuação, equivalente à dos físicos Albert Einstein e Stephen Hawking.

"Ele deixa qualquer um espantado. Já sabíamos, aos 12 meses, que ele era extremamente inteligente. Estava sempre muito atento, o que não é muito vulgar numa criança com essa idade", afirmou a mãe, Hannah Wrigley, de 26 anos.

Cientes de que o filho tinha uma inteligência invulgar, os pais permitiram que o pequeno Óscar fosse sujeito a testes de vocabulário e com números. Estes comprovaram que a criança fazia parte dos 2% da população com QI mais alto.

"Ele está constantemente a colocar questões. Qualquer pai gosta de saber que o seu filho é especial, mas sentimos logo que havia algo de extraordinário com o Óscar", salientou o pai, Joe Wrigley, 29 anos.

Feitos os testes de inteligência, a criança tornou-se no mais novo membro da Mensa, uma sociedade que reúne a população com QI mais alto.

Joe Wrigley revelou que através da Mensa espera poder encontrar outros pais de crianças com QI elevado que os ajudem com a educação do filho. De momento, a criança – que ainda não está em idade escolar – será educada no seio da família.

Até aqui, o membro mais jovem da Mensa era Elise Tan-Roberts, uma menina de dois anos de idade, que vive na zona norte de Londres. Com apenas cinco meses, a criança pronunciou a sua primeira palavra. Três meses depois já andava e, dois meses depois, já corria.

Antes de completar um ano de idade, já conseguia reconhecer a grafia do seu nome e aos 16 meses já sabia contar até 10. Hoje, consegue fazer o mesmo em espanhol.

Os pais, admirados com as capacidades da filha, levaram-na à Mensa para consultar um psicólogo especializado em educação.

Depois de um teste de 45 minutos ao QI, o investigador concluiu que a pequena Elise era "mais do que brilhante e capaz – era sobredotada. "O nosso objectivo é que a nossa filha continue a aprender a um passo avançado", sustentou o pai.

in JN online

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