Estudo português sobre amamentação premiado

Um estudo português com o tema “Os benefícios da correcção à “pega” da mama da mãe quando o bebé está a ser amamentado” foi premiado no “V Congresso Espanhol de Aleitamento Materno”, realizado em Murça, Espanha, e que teve cera de 700 participantes oriundos de vários países.
O estudo português teve a participação de 60 mães e respectivos filhos, da região do Vale do Ave, tendo a observação e a avaliação da primeira mamada sido realizada logo a seguir ao parto e concluiu que após seis meses, os bebés que “pegaram” correctamente na primeira mamada mamaram, em média, 157 dias, enquanto os que tiveram uma amamentação incorrecta mamaram apenas 15 dias.

O estudo de Adriana Pereira, realizado no âmbito do doutoramento em Ciências Biomédicas pela Universidade do Porto, teve em consideração duas situações. Uma primeira em que houve a intervenção da enfermeira para corrigir a forma como o bebé estava a mamar sempre que este demonstrava uma ou mais dificuldades, e uma outra em que não houve qualquer intervenção.

À agência Lusa, Adriana Pereira explicou que “o bebé deve ficar com a boca bem aberta quando está a mamar, com o lábio inferior virado para fora e com o queixo a tocar na mama”. Além disso, a auréola “deve ver-se mais acima da boca do que abaixo, e habitualmente as bochechas ficam arredondadas e não chupadas para dentro”.

in maisportugal

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