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GNR teve de procurar criança enviada para casa

GNR teve de procurar criança enviada para casa
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Doente de dez anos com suspeitas de gripe A foi enviada para casa depois de observada no Centro de Vila Nova de Paiva. Médico pediu depois à GNR e aos bombeiros para procurarem a criança, transportada para Coimbra sem protecção.

Uma criança de 10 anos de Vila Nova de Paiva com suspeitas de gripe A foi procurada pela GNR e bombeiros depois de ter sido observada no Centro de Saúde de Vila Nova de Paiva. A doente inicialmente recebeu uma carta para se deslocar a um serviço de atendimento à gripe (SAG) e, depois de se ter ausentado, o médico de serviço accionou as autoridades para a localizarem. A odisseia terminou em Coimbra, para onde foi conduzida, numa vulgar ambulância de transporte, por dois bombeiros sem protecção e que não receberam qualquer medida profiláctica.

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) diz que este "é um em muitos casos, em que os bombeiros estão sujeitos às fragilidades do sistema", enquanto o comandante dos bombeiros reconhece que "é toda a corporação que está em risco". O Ministério da Saúde ressalva que nesta fase da pandemia "as medidas profilácticas foram abandonadas". Os bombeiros, esses, continuam sem receber os primeiros kits de protecção.

A criança de 10 anos foi observada na noite de sexta-feira no Centro de Saúde de Vila Nova de Paiva que "confirmou as suspeitas de gripe A", conta ao DN fonte médica, que solicitou o anonimato. A menor "recebeu uma carta para se apresentar no SAG de Viseu e foi mandada embora". Posteriormente, o clínico contactou o Serviço Saúde 24 e "logo depois accionou os bombeiros e a GNR para localizarem a criança", prossegue o médico.

De imediato, bombeiros e GNR iniciam buscas na vila e "conseguem localizar a criança que é transportada, já na madrugada de ontem, de novo para o centro de saúde, que já estava fechado", revela o comandante dos Bombeiros de Vila Nova de Paiva. "A tripulação da ambulância contacta o Comando da Protecção Civil que, depois de falar com o INEM, faz seguir a ambulância para os HUC", adianta Augusto Martinho. Atendida nestes hospitais, a criança é sujeita a análises e enviada para casa na mesma ambulância. A ambulância "regressou ao quartel, onde foi desinfectada, mas os bombeiros continuaram ao serviço porque apenas há uma suspeita", justifica o comandante. Apesar disso reconhece que "a confirmar-se este caso, toda a corporação está em risco porque os bombeiros continuaram ao serviço".

Augusto Martinho interroga qual o motivo que levou os HUC a "não darem indicações à tripulação sobre como proceder". Uma preocupação que encontra eco na LBP, cujo presidente revela que "há falta de informação nos bombeiros". Duarte Caldeira sustenta que "há mais casos como este" e reclama "medidas de protecção para os agentes de socorro que são tão importantes como as vítimas que transportam". O dirigente alerta que "os bombeiros, que não são carne para canhão, deveriam ser preservados e sujeitos a uma quarentena, e se possível deveriam ser sujeitos à toma de antivirais". 

in DN
 

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