“Mãe, não tenho nada para vestir!”

Se não tem tempo, paciência ou jeito para comprar roupa à sua criança, Catarina Figueira recomenda-lhe um personal shopping.  O serviço é igual ao que existe para gente adulta e que estamos cansados de ver nos programas de televisão por cabo (os nacionais são maus demais para serem verdade): uma pessoa de ar acabado contrata o serviço de especialistas na matéria e, nas mãos de uma equipa clarividente que sabe sempre conjugar a saia mais difícil com a camisa mais improvável, sai dos provadores como se fosse outra.
Na consultadoria de imagem para crianças da Let´’Shop é claro que tudo isto se passa de uma forma mais descontraída, até porque nestas idades o conceito de roupa que fica bem e mal ainda não existe. “Acima de tudo tentamos mostrar à criança toda a variedade de estilos disponíveis, deixando-a escolher aquele com que se identifica mais e sem nunca impor nada”, explica Sofia Ramalho, uma das sócias da empresa.

Uma mulher sem tempo, paciência ou simplesmente jeito para bater lojas em busca das peças certas para o seu guarda-roupa pode muito bem ter o mesmo problema em relação aos seus filhos. É aí que a consultadoria de imagem entra em acção. Estas são as situações mais clássicas, mas Sofia Ramalho garante que ela e as três sócias também são procuradas por mães que identificam nos filhos algumas inseguranças ou problemas de auto-estima. Nestes casos, e tal como nos adultos, a solução pode passar por uma alteração na imagem e na forma de vestir.

Após o contacto da mãe da criança, a Let`’Shop começa por enviar um questionário que pretende conhecer melhor a personalidade e o gosto do pequeno cliente e identificar as peças que lhe estão a fazer falta. Além das informações básicas sobre o peso, altura, cores e peças de roupa preferidas, interessa conhecer também um pouco do universo da criança em questão, como os livros, as séries de TV e os filmes de que mais gosta.

A forma como a saída de compras se processa depende da vontade do cliente: a mãe (ou pai, porque não?) pode optar por ir e levar a criança atrás ou, caso não esteja para aí virada, as consultoras podem fazer todo o trabalho de prospecção por si, apresentando na casa da cliente o conjunto de peças seleccionadas. Se são muitas ou poucas e caras ou baratas, tudo depende do budget traçado à partida. Apesar de trabalharem com lojas de vários patamares de valores, Sofia Ramalho garante que as peças especiais também estão em lojas acessíveis como a Zara, o que é de facto uma boa notícia.

O serviço de personal shopping para crianças tem a duração de uma hora e meia e caso os miúdos acompanhem há a possibilidade de fazer um lanchinho a meio (não contabilizado no “taxímetro”) para que não haja lugar a cansaço. Claro que anteriormente houve toda uma prospecção que permite às consultoras chegar a cada loja e ter já um conjunto de peças seleccionadas que elas acham que vale a pena a criança levar para o provador. Mas a decisão final é sempre do petiz.

E claro que não tem de ser tudo tão dramático como nos programas de mudança de imagem , em que até peças de roupa de estimação se queimam. A Let’Shop tenta sempre conjugar o que já existe no armário com as novas aquisições, que vão desde os chamados básicos, que devem constar em qualquer guarda-roupa, até às peças mais especiais, a que um regresso às aulas, uma festa de aniversário ou um casamento obrigam. A ideia é sempre criar um armário versátil e actual que garanta que a criança está à altura de todas as situações da sua vidinha social.

www.letshop.pt; 96 403 2546
Personal Shopping de Crianças: 90€. Personal Shopping Express (1 hora): 60€

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