MATERNIDADE SINGULAR

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Abrindo as minhas crónicas aqui no DOBEBE.COM, devo começar por explicar porque sou mãe d’um e não de dois ou três, ou quatro, ou cinco.

Para ser sincera é porque só tive um filho.

“A sério? Eh pá, ninguém poderia adivinhar que fosse por esse motivo!”, devem estar vocês a pensar.

Pois… mas foi. Na verdade, até nem me importava nada de ter tido mais um, mas a vida não o proporcionou, os anos foram passando, já estou à beirinha dos quarenta e já não calha nada bem mais uma gravidez.

Deste modo, só tenho um filho e uma vasta experiência nesse mesmo filho, mas apenas até ao presente momento, em que a cria acabou de completar dez anos (noutros filhos sou um zero à esquerda e neste mesmo filho, nos anos que me esperam adiante, sei que não vou fazer tudo bem, ou melhor, tenho a certeza que ainda vou fazer muita borrada). Resumindo, a experiência não é tão vasta quanto gostaria, mas é a que se pôde arranjar.

A vantagem, que me ocorre assim de repente, que vos poderá fazer encontrar algum interesse naquilo que por aqui vou dizer, é o facto de eu ser uma teórica e gostar de mandar bitaites sobre tudo e mais alguma coisa. Quando entro em “ebulição teórica” não há quem me consiga parar e desato a racionalizar tudo quanto à maternidade diz respeito.

Nestes meus “pontos de ebulição teóricos”, com um bocadinho de sorte, poder-se-ão encontrar algumas fervuras interessantes, e vocês, caros leitores, poderão somar as minhas teorias às vossas experiências (e às vossas próprias teorias) e obter um resultado desejavelmente maior do que zero.

O que vos posso garantir é que vou fazer o meu melhor para que, juntos, consigamos ir descortinando mais um pouquinho do que é isto de se ser mãe/pai. A ver vamos.

Sophie
Ser Mãe é Tramado
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2 Comments

  • Ficamos à espera, Sophie-Mãe!
    E se esta experiência de “maternidade singular” nos trouxer tanto quanto o blog “Ser Mãe é Tramado!”, vai, com certeza, enriquecer-nos.

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