SIC K estreia a 18 de Dezembro

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18 de Dezembro às 16 horas. É esta a data de arranque do SIC K, o novo canal temático da SIC, a ser emitido em exclusivo durante seis meses no Meo. A data, recorda Luís Marques, director-geral da SIC, ontem num encontro com jornalistas, representa a antecipação do lançamento do canal previsto inicialmente para Janeiro, mas a “pedido da PT”, adiantado para “Dezembro por ser um mês forte para o segmento infanto-juvenil” coincidindo ainda com o início do período de férias escolares.O SIC K é um canal para “tweenis e teens”, afirma Nuno Santos, director de programas da estação de Carnaxide pretendendo-se com a actual marca, em vez do inicial SIC Kids, “alargar o espectro de visionamento do canal que está longe de ser apenas para crianças”, como frisa Pedro Boucherie Mendes. O SIC K, garante o director do canal temático, “não vai ser um alinhamento de cassetes com programas infanto-juvenis”. O canal com 24 horas de emissão vai estar disponível na posição 41 (entre o Panda e o Disney), apostando em “séries de animação muito fortes todas dobradas em português”, como Iron Man, Mr. Bean, Angel’s Friends, Madison Online, a animé Bleach, mas também em programas que promovam “o family viewing”, como O Sítio do Picapau Amarelo. Factor K, produção semanal da Subfilmes, com apresentação de Raquel Strada, e a Cozinha do Mestre André, da Gil & Miller (a mesma produtora de Entre Pratos), são as produções nacionais em grelha, regressando ainda as vozes de O Programa do Aleixo (SIC Radical) que dobram o concurso de origem japonesa Todos ao Molhe. Questionado pelo M&P se seriam apenas estes os programas de produção nacional em grelha, Luís Marques assegura que a quota de produção nacional exigida pela Lei da Televisão será cumprida, relembrando que com os novos estúdios “podemos chegar a um valor de produção que é confortável para nós”. O director-geral da SIC critica ainda nesse aspecto o actual diploma, considerando que este “impõe quotas para os canais com sede em Portugal e feito por portugueses”, regras que “não se aplicam quando se compram canais estrangeiros”. Pedro Boucherie Mendes reforça as críticas afirmando que a “Lei da Televisão é dirigista”. “As fronteiras foram abolidas na União, mas a legislação não acompanha a evolução da sociedade”.

O custo do canal oscila entre os 1,5 e os 2 milhões de euros anuais. Um “orçamento muito controlado”, diz Luís Marques, mas, assegura “é um negócio confortável que acrescenta valor à SIC”. O director-geral não estipula um objectivo de audiências para o canal, relembrando que o Meo ainda não é monitorizado pelos actuais sistemas de audimetria. Quanto ao investimento publicitário no canal, cujo espaço é comercializado pela SIC, Luís Marques também não estipula objectivos, mas garante que a viabilidade do projecto já está garantida pelo actual acordo estabelecido com a PT, válido até 2012.

A identidade do novo canal será conhecida amanhã – Nuno Santos revela apenas que terá “a cor tangerina” -, arrancando no sábado a comunicação nos meios do grupo, Meo, lojas PT, entre outros, mantendo-se a mesma até ao lançamento do SIC K.

http://www.youtube.com/watch?v=W-V1BsM44ys

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