Tire 20 dúvidas sobre métodos para evitar a gravidez

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Com o aparecimento da pílula anticoncepcional nos anos 1960, as mulheres passaram a ter livre escolha sobre seu corpo e vida. Elas podiam decidir se queriam engravidar ou não e, consequentemente, selecionar os parceiros para as relações sexuais. Uma mudança e tanto. Quase 50 anos depois, a pílula continua a ser o principal método contraceptivo – estima-se que 90 milhões de mulheres no mundo usem -, o que abriu caminho para outros meios de evitar a gravidez. Mas o assunto sempre gera dúvidas. Qual o melhor método contraceptivo? Pílula engorda? DIU é eficiente? Quem responde a 20 dívidas sobre o assunto é Barbara Murayama, ginecologista e obstetra especializada em endoscopia ginecológica pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

1) O que se deve levar em conta na hora de escolher um método anticoncepcional?
Hoje há uma grande variedade de opções de métodos de controle de natalidade disponíveis. O melhor é aquele que será usado de forma consistente, ou seja, será aceito pela mulher e seu parceiro e não causará efeitos secundários incômodos. Outros fatores devem ser considerados na escolha:

– Eficácia;
– Conveniência;
– Duração da ação;
– Reversibilidade e tempo de retorno da fertilidade;
– Efeito sobre o sangramento uterino;
– Frequência de efeitos colaterais e eventos adversos;
– Acessibilidade;
– Proteção contra doenças sexualmente transmissíveis.

Além disso, sabe-se que algumas doenças, como hipertensão arterial descontrolada e enxaqueca, podem contraindicar alguns métodos. E não se devem desprezar as condições financeiras do casal, o estilo de vida sexual e as aspirações reprodutivas.

Nenhum método contraceptivo é perfeito. Cada mulher deve medir vantagens e desvantagens de cada um e eleger o preferido, sempre sob orientação de um ginecologista. Aliás, somente o médico poderá indicar os diversos métodos possíveis, segundo as informações passadas pela mulher.

2) A partir de que idade se pode iniciar o uso de métodos contraceptivos?
As meninas têm iniciado a vida sexual cada vez mais cedo, e um método anticoncepcional deve ser instituído antes dessa iniciação. O ideal é que a mulher, quando pensar em deixar de ser virgem, procure um ginecologista para esclarecer suas dúvidas e, juntamente com ele, escolha o melhor método.

Hoje, temos disponíveis diversos métodos de baixa dosagem hormonal, que podem ser utilizados desde o início da adolescência. Mas o preservativo é indispensável, por se tratar do único método que previne contra as principais doenças sexualmente transmissíveis.

Já o DIU deve ser proposto, inicialmente, para mulheres que já tiveram pelo menos um filho e não desejam ter outro nos próximos anos – sua durabilidade é de cinco anos. Deve ser indicado também para mulheres que tenham parceiro sexual fixo, já que seu uso pode ser um facilitador para doenças sexualmente transmissíveis.

3 O uso de pílula anticoncepcional engorda?
Não. A maioria dos contraceptivos orais, também chamados de “pílulas”, contém uma combinação de hormônios femininos, estrogênio e progesterona.

A pílula combinada reduz o risco de gravidez por:
– Impedir a ovulação;
– Manter o muco do colo do útero espesso e impenetrável para o esperma;
– Manter o revestimento do útero fino.

Entre os efeitos colaterais, pode ocorrer o inchaço, mas não é regra e isso não vale para todos os métodos hormonais. Quanto menor a dose hormonal do anticoncepcional, menor a chance de haver efeitos colaterais. Nas consultas, a mulher deve discutir com a ginecologista sobre o método adotado para que, juntos, encontrem a medicação que seja mais eficaz e com menos efeitos colaterais.

4) A pílula evita acne?
A redução da ocorrência de acne é um dos benefícios não contraceptivos da pílula. Eis mais alguns problemas que ela ajuda a combater:
– Cólicas menstruais;
– Câncer de ovário;
– Câncer do endométrio (revestimento do útero);
– Anemia.

5) Esquecer de tomar a pílula pode acarretar gravidez?
Idealmente, a pílula deve ser tomada sempre no mesmo horário, todos os dias. Ela mantém seu efeito se for tomada até 12 horas após o horário previsto. Depois desse período, se não for tomada, haverá risco de gravidez e, portanto, outro método – como a camisinha – deve ser utilizado.

Mas é muito importante que, mesmo após o prazo de 12 horas, tome-se a pílula faltante. E a mulher deve continuar a tomar as próximas pílulas da cartela nos dias seguintes, normalmente, para que não aconteçam irregularidades menstruais.

6) A pílula diminui a libido sexual?
Algumas pílulas podem ter esse efeito em algumas mulheres, porque o estrogênio pode provocar a diminuição das dosagens de testosterona no sangue – hormônio responsável pelo desejo sexual. Com isso, pode ocorrer a diminuição do desejo sexual. Mas isso não é uma regra, pois, na verdade, o desejo sexual depende de diversos fatores.

Quando a mulher apresentar essa queixa, deve procurar o ginecologista para que faça uma avaliação completa. Muitas vezes, a simples troca de anticoncepcional já é suficiente, mas é preciso de orientação médica.

7) Gostaria de colocar DIU, mas meu marido é contra, pois acha que o dispositivo pode sair do lugar e engravidar. É verdade?
O DIU é um método seguro. Só pode ser colocado por um ginecologista e, após a colocação, deve ser solicitado um ultrassom transvaginal, que verificará se o dispositivo ficou na posição correta. Até a realização desse exame, a mulher deve utilizar outro método para se prevenir. Além disso, quem usa DIU deve passar em consulta a cada seis meses, pelo menos, para checar se o dispositivo está bem posicionado.

Trata-se de um método ideal para a mulher que não pretende engravidar durante, pelo menos, um ano (ou mais) ou, ainda, para quem quer um método altamente eficaz e que não requer atenção diária ou semanal. DIUs também são adequados para as mulheres que não querem ou não podem usar estrógeno. O DIU tem duração de cinco ou dez anos, dependendo do tipo, e a taxa de gravidez é inferior a 1%.

São relativamente poucos os efeitos colaterais do DIU, e ele é reversível. Isso significa que uma mulher que decide ficar grávida pode fazê-lo apenas removendo o DIU.

Há um pequeno risco (1 em cada 1.000 mulheres) de que o dispositivo atravesse a parede uterina na sua colocação. Isso pode não ser descoberto até que se realize a mencionada ultrassonografia. Outro pequeno risco se refere à infecção uterina (9,6 em 1.000 mulheres) por até 20 dias após o procedimento de inserção. Passado esse período, a infecção é ainda mais rara (1,4 em 1.000 mulheres).

E cabe um alerta: já que o DIU não protege contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), as mulheres com risco aumentado para DSTs (incluindo ter múltiplos parceiros ou um parceiro com múltiplos parceiros) ou uma história recente (três meses) de gonorreia ou clamídia devem considerar usar um diferente método de contracepção.

Mesmo nas relações monogâmicas, as mulheres podem diminuir o risco de contrair DSTs usando preservativo, além do seu DIU.
O DIU não deve ser utilizado em mulheres que têm:
– Malformações cervicais ou uterinas;
– Infecção atual ou recente pélvica ou hemorragia uterina não diagnosticada.

Se uma mulher com DIU fica grávida, um ultrassom é necessário para confirmar que a gravidez está dentro do útero, e não na trompa de Falópio, o que caracterizaria uma gravidez ectópica. E, claro, o DIU deve ser removido quando a gravidez é descoberta.

8) Quais as diferenças entre DIU tradicional e DIU hormonal?
O DIU tradicional previne a gravidez impedindo o esperma de alcançar as trompas de Falópio. Já o DIU com hormônio tem, além do mesmo efeito mecânico do DIU comum, a prevenção por espessamento do muco cervical e afinamento do endométrio. O DIU com hormônio tem sido indicado também como parte do tratamento para endometriose e miomas uterinos.

9) Gostaria de colocar implante, pois dizem que é prático (não precisa se lembrar de tomar todos os dias, como a pílula) e até cessa a menstruação. É isso mesmo?
O implante hormonal é uma pequena haste, que se insere sob a pele do braço. É colocado pelo ginecologista, e sua eficácia é de até três anos – a partir de 24 horas após a inserção. Tem a vantagem de poder ser removido mais cedo, se a gravidez for desejada. Tanto a inserção quanto a remoção podem ser feitas no consultório médico.

O efeito colateral mais incômodo desse dispositivo é o sangramento irregular. Muitas vezes, é preciso retirar o implante para controlar esse sangramento. Por outro lado, em algumas mulheres, pode-se conseguir o bloqueio total da menstruação. A fertilidade retorna rapidamente após a remoção da haste.

10) Faz mal parar de menstruar devido ao uso de um tipo de método contraceptivo? A mulher precisa menstruar todos os meses?
Não faz mal. Aliás, esse procedimento é até indicado para o tratamento de algumas doenças, como cólicas intensas e endometriose. Mas esse bloqueio deve sempre ser indicado e acompanhado pelo ginecologista. Porém, se a mulher não menstrua nem está usando hormônio, algo pode estar errado, caso ela não esteja grávida. E, nessa situação, deve procurar a ginecologista para investigação.

11) Já ouvi falar sobre adesivo com hormônios. É eficaz?

À semelhança dos contraceptivos orais, o adesivo ou patch contém estrogênio e progesterona. Ele é tão eficaz como os contraceptivos orais e pode ser preferido por não requerer administração diária. No entanto, a taxa de falha do adesivo é maior para mulheres com obesidade.
A caixa vem com três adesivos, que devem ser trocados toda semana. A colocação é feita no braço, no ombro, nas costas, no abdome ou no quadril. Durante a quarta semana, nenhum sistema é usado, dando lugar ao período menstrual. Mas não há motivo para preocupação, pois, na semana sem o uso do adesivo, a prevenção se mantém.

12) Quando os contraceptivos hormonais são contraindicados?
Devido a um aumento do risco de complicações, as mulheres que se enquadram nas seguintes categorias não devem fazer uso de métodos hormonais com estrógeno (a maioria das pílulas, injeções e adesivos):
– Quem tem 35 anos ou mais e fuma cigarros (risco muito elevado de complicações cardiovasculares);
– Estar grávida;
– Antecedente de trombose ou um acidente vascular cerebral no passado, porque tais mulheres são mais propensas a ter trombose enquanto estiverem tomando a pílula;
– Histórico de tumor estrógeno-dependente (por exemplo, câncer de mama ou de útero);
– Sangramento menstrual anormal ou inexplicável (a causa do sangramento deve ser investigada antes de se adotar o método);
– Doença hepática ativa (a pílula poderá agravar a doença do fígado);
– Enxaqueca associada com alteração visual ou outros sintomas neurológicos (por exemplo, aura).

Algumas mulheres podem tomar a pílula em determinadas circunstâncias (abaixo), mas é necessário um acompanhamento atento:
– Nas mulheres com pressão arterial elevada pode ocorrer um aumento na pressão arterial. Por isso, elas devem ser monitoradas com mais frequência enquanto usam a pílula;
– Mulheres que ingerem certos medicamentos para convulsões (epilepsia) e tomam a pílula têm um risco ligeiramente maior de falha de pílula (gravidez), pois os medicamentos podem mudar a forma como a pílula é metabolizada;
– Mulheres com diabetes que estão tomando a pílula podem precisar de uma dose um pouco maior de insulina ou medicação oral do diabetes; – Mulheres com diabetes e complicações vasculares do diabetes não devem usar a pílula.
Quanto às interações medicamentosas, a eficácia da pílula pode ser reduzida em mulheres que tomam certos medicamentos:
– Anticonvulsivantes: alguns deles, incluindo fenitoína (Dilantin®), carbamazepina (Tegretol®), barbitúricos, primidona (Lamictal®), topiramato (Topamax®) e oxcarbazepina (Trileptal®), diminuem a eficácia dos métodos de controle de natalidade hormonal (pílula, adesivo). Como resultado, mulheres que tomam esses anticonvulsivantes são aconselhadas a evitar métodos hormonais de controle (com exceção de Depo-acetato de medroxiprogesterona). Outros anticonvulsivantes não parecem reduzir a eficácia contraceptiva, incluindo gabapentina (Neurontin®), lamotrigina (Lamictal®), levetiracetam (Keppra®) e tiagabina (Gabitril®). No entanto, existe a preocupação de que os contraceptivos orais possam reduzir a eficácia da lamotrigina, aumentando potencialmente o risco de convulsões.
– Antibióticos: rifampicina, que é por vezes utilizado para tratar a tuberculose, pode diminuir a eficácia do controle da natalidade hormonal. Como resultado, as mulheres que tomam rifampicina não devem utilizar qualquer método de controle hormonal (pílula, adesivo, implante, injeção). Então, são recomendados outros métodos (camisinha, diafragma, DIU, esterilização).

Outros antibióticos (por exemplo, penicilina, cefalexina) não afetam a eficácia dos métodos hormonais de controle.

13) O diafragma ainda é indicado?
Diafragmas não são mais recomendados. Trata-se de um dispositivo que é colocado sobre o colo do útero, antes do coito. A gravidez é impedida por bloquear a entrada do esperma no útero e matá-lo com espermicida. Exige adaptação por um médico treinado. O dispositivo pode diminuir o risco de certas doenças sexualmente transmissíveis e infecções, incluindo gonorreia, clamídia e doença inflamatória pélvica. No entanto, é menos eficaz que o preservativo na prevenção da propagação da infecção pelo HIV. Na maioria dos estudos, a taxa de falha (número de gestações) foi maior para as usuárias do diafragma, em comparação com métodos hormonais de controle de natalidade (por exemplo, a pílula).

14) Tomo injeção, mas sempre atraso a aplicação um, dois ou até três dias. Posso ficar grávida?
Sim. O método injetável deve ser utilizado uma vez ao mês, na data prevista. Um imprevisto eventual pode acontecer e, nesse caso, a injeção pode ser tomada com um dia ou, no máximo, dois de atraso ou adiantamento. Mas, mesmo assim, o ideal é que neste mês se utilize outro método, como o preservativo, para que não haja riscos.

15) Já ouvi falar da camisinha feminina. Como funciona? Quais as vantagens e desvantagens?
O preservativo feminino é usado para se evitar a entrada de esperma na vagina. É um revestimento feito de borracha, com uma base de silicone lubrificante. As bordas do anel na extremidade fechada da bainha são espremidas juntas e, em seguida, inseridas – na medida do possível – dentro da vagina.

Após a libertação, o anel será aberto para manter o preservativo no lugar. O anel na extremidade aberta da bainha permanece fora da vulva, descansando contra os lábios. A mulher deve se certificar de que o preservativo não está torcido.

As principais vantagens são a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a independência da mulher em relação ao parceiro, já que é ela quem faz o uso.

A desvantagem seria não saber colocá-lo corretamente, mas isso pode ser resolvido com uma consulta ao ginecologista, que explicará o uso correto.

16) A tabelinha é segura?
Não e não deve ser utilizada. Toda mulher deve sempre anotar quando inicia e quando termina sua menstruação, para ter um controle e saber se algo está errado. Essa anotação deve sempre ser levada ao ginecologista nas consultas de rotina. Mas isso não é seguro como método anticoncepcional.

17) Pílula aumenta chance de desenvolver câncer de mama?
A maioria dos estudos sugere que tomar (ou ter tomado anteriormente) a pílula não aumenta o risco de câncer de mama.

18) Quando se deve tomar a pílula do dia seguinte? Como ela funciona?
Qualquer mulher pode usar anticoncepcional de emergência, desde que não esteja grávida. A pílula pode ser utilizada em qualquer fase do ciclo menstrual, porém, o mais próximo possível do coito desprotegido – a proteção se dá até 72 horas após o coito.

É importante salientar que a pílula do dia seguinte não deve ser usada como método regular e não previne doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

A pílula do dia seguinte pode ajudar a prevenir uma gravidez indesejada (e, presumivelmente, um aborto provocado). O grande problema da anticoncepção de emergência é a falta de informação a respeito. A maioria das mulheres tem dúvidas importantes sobre esse método e acabam utilizando-o de modo indiscriminado, já que a venda nas farmácias não requer receita médica.

A anticoncepção pós-coito é uma pílula com alta dose de hormônio. As mais modernas são as compostas apenas com o hormônio levonogestrel, um tipo de progesterona sintética que oferece melhores resultados na prevenção da gestação e menos efeitos colaterais quando comparadas às pílulas combinadas (de estrogênio e progesterona), de acordo com estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A pílula age inibindo ou retardando a ovulação. Mas é importante salientar que ela não tem efeito após a fecundação do óvulo. Ou seja, a pílula do dia seguinte não interrompe uma gravidez que já está em andamento. Após ingerir a pílula, a mulher não deve ter outras relações sexuais sem proteção, pois o método de emergência só age sobre a relação que aconteceu anteriormente. Ou seja, não tem nenhum efeito sobre outras relações posteriores.

Esse método não é tão eficiente quanto os regulares. Portanto, só deve ser utilizada em casos de real emergência – em seguida, um método regular deve ser instituído. A mulher deve procurar uma ginecologista para ser informada de todos os métodos disponíveis e, junto com o médico, escolher qual o melhor para ela.

A pílula do dia seguinte previne 95% das gestações, se tomada até 24 horas após o coito desprotegido. O grau de eficácia vai diminuindo: cai para 85% até 48 horas depois, e para 58% em até 72 horas.

Os efeitos colaterais mais comuns são:
– Enjoos (23%);
– Cansaço (16%);
– Dor de cabeça (16%);
– Tontura (11%);
– Sensibilidade nas mamas (10%);
– Vômitos (5,6%).

Vale lembrar que a menstruação pode atrasar ou adiantar dez dias, mas, na maioria das vezes, ocorre com variação de apenas três dias em relação à data prevista. Assim, caso a paciente não menstrue em até quatro semanas após ter tomado a pílula do dia seguinte, é grande a chance de estar grávida.

Caso a gravidez ocorra – mesmo com o uso correto da pílula -, é importante salientar que não há efeitos ruins para o feto, de acordo com estudos da OMS e da FDA – Food and Drug Administration (órgão responsável pela regulamentação de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos). A partir daí, deve-se iniciar o pré-natal o mais brevemente possível.

19) O coito interrompido é um método eficiente?
Não, pois a chance de o parceiro não conseguir retirar o pênis antes da ejaculação é grande. Além disso, há o risco de haver um espermatozóide na secreção liberada para lubrificação da relação sexual, antes mesmo da ejaculação.

20) A mulher pode engravidar mesmo tomando pílula?
Todo método anticoncepcional, mesmo utilizado corretamente, contém um baixo risco de falha. Quando tomadas corretamente, pílulas anticoncepcionais são uma forma muito eficaz de contracepção. Embora a taxa de falha seja de 0,1% quando as pílulas são tomadas perfeitamente (na mesma hora, todos os dias, sem pílulas perdidas), a taxa real de falha é de 8% sobre o primeiro ano, devido, principalmente, à falta de alguma pílula da cartela ou se a mulher se esquece de reiniciar o uso da pílula com sete dias de intervalo entre uma cartela e outra.

in http://saude.terra.com.br/

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