Uma casa segura para a criançada

Chegou a época das férias. Mas para que o período preferido das crianças não se torne um problema é preciso cuidado: segundo a Sociedade de Pediatria do Rio (Soperj), nessa época a quantidade de acidentes doméstico com os pequenos aumenta muito. No Hospital Estadual Azevedo Lima (Niterói), o número de crianças atendidas na emergência devido a quedas, queimaduras, choques e ingestão de objetos aumenta até 50%.

“As crianças ficam mais tempo em casa e acabam mais expostas. As escolas são mais preparadas e os alunos não têm acesso a locais como a cozinha, que é o mais perigoso da casa”, explica o presidente da Soperj, Edson Liberal.

Chefe da pediatria do Azevedo Lima, Leonardo Daumas Passos afirma que crianças com até 3 anos são as que correm mais risco: “Elas podem se queimar com água quente, engolir objetos, levar choques e beber produtos de limpeza.” Em relação às queimaduras, o médico alerta que não se deve colocar manteiga ou outro produto caseiro, mas sim levar a vítima ao hospital.

Entre os maiores de 3 anos, são mais frequentes as quedas de lajes e escadas. Segundo o Ministério da Saúde, as quedas são a principal causa de atendimentos a crianças de até 9 anos nas emergências. E 69% delas ocorrem dentro das casas.

Por isso, diz a Soperj, a casa deve ser adaptada. Avó de Arthur, 2 anos, Norma Portugal instalou redes nas janelas, travas nas portas e protetores de tomadas, entre outras medidas. “Mesmo assim, fico de olho nele o tempo todo. Nenhum equipamento substitui a supervisão de um adulto”, ensina.

in http://odia.terra.com.br/

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