Vá de férias…mas com cuidado!

Em férias, redobre a vigilância. O primeiro dia de férias e o final da tarde são as alturas em que acontecem mais afogamentos.
Informe-se previamente na sua agência de viagens sobre as condições de segurança na água no seu destino de férias.
Quando chegar, e antes de desfazer as malas, inspeccione o local onde vai viver nos próximos tempos, verificando o acesso a  piscinas, lagos, tranques, poços, rios ou mar.
Localize o telefone que vai utilizar e coloque o número de emergência e a morada de férias em local visível.
Utilize embarcações aquáticas em segurança
Respeite e faça respeitar as zonas de banhistas. Jovens com menos de 16 anos não devem conduzir embarcações pessoais como motos de água ou outras. Lembre-se que o colete de salvação deve ser sempre utilizado.
Ensine à criança comportamentos seguros na água:

Nunca nadar sozinha;
Nadar paralelamente à margem;
Nunca mergulhar de cabeça sem saber bem qual a profundidade da água ou se existem rochas ou desníveis no fundo; não mergulhar em pontões;
Nunca atrapalhar outras crianças com brincadeiras perigosas (submersão da cabeça, empurrões para a água…).
O sol pode provocar queimaduras graves na pele.

Aplique protector solar adequado às crianças antes de sair de casa e renove a aplicação com frequência. Evite a exposição solar entre as 11h e as 16 horas.
A sua atitude pode salvar a vida de uma criança. Prepara-se. Se ocorrer um acidente por submersão e a criança parar de respirar, saiba como agir:

Tenha um telefone portátil à mão ou localize previamente o telefone mais próximo;
Se possível, alerte o nadador salvador;
Chame o 112 e dê indicações precisas sobre o local onde se encontra;
Se souber, inicie a reanimação cardio-respiratória e mantenha-a até à chegada da ambulância.
Em caso de paragem cardio-respiratória devido a um acidente por submersão, o início imediato da reanimação cardio-respiratória é fundamental. Tire um curso de socorrismo.
A sobrevivência e a qualidade de vida dependem do estado da criança nos primeiros 10 minutos. As sequelas podem ficar para toda a vida e dependem do estado da criança ao chegar ao hospital.
 

in Apsi.org

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