Educar: Quando o Pai não concorda com a Mãe

Sai a nossa primeira discussão de como educar o nosso filho. Quantos pais pensam de forma diferente da mãe? O conflito de autoridade é normal entre pai e mãe. Mas a discordância aberta traz prejuízos para o filho e para o casal.
Depois do segundo filho nascer, o trabalho também se tornou o dobrou, óbvio. Dar atenção, educar e impor limites a duas crianças é muito complicado. Para ter sucesso, todas as mães precisam de se impor como autoridade. Já é difícil dizer “não”, imagine, então, quando a mãe diz “não” e o pai diz “sim”…está familiarizado com o filme presumo!
O pai continua a ver pouco os filhos e hoje quer passar uma imagem diferente do seu pai(antipático e autoritário) , por isso "larga" a função paterna e torna-se o amigo, o companheiro das brincadeiras!
A mãe fica como a má da fita assim que castiga! O conflito de autoridade é um dos grandes problemas de qualquer processo que envolva a educação. O problema não é a discordância em si mas dizer totalmente o contrário do outro à frente da criança, pois essa atitude mostra aos filhos que as diferenças individuais do pai e da mãe sobrepõem-se à tarefa comum entre eles, que é a de lhes transmitirem valores, algo que deve ser mais forte que as diferenças. Estas desautorizações explícitas causam danos aos filhos, sim, principalmente aos que têm entre 3 e 5 anos de idade, período em que a criança está numa passagem crucial de transferir o respeito às leis familiares para o respeito às leis sociais (escola, por exemplo). Ter um exemplo de desrespeito em casa não é um bom começo…
É importante que o filho perceba uma relação de respeito entre os pais, principalmente do pai para a mãe, por vários motivos. O relacionamento do casal será uma referência para as futuras relações amorosas da criança, além de ser muito importante para a fixação do papel da mulher, seja para um menino como para uma menina. Claro que o pai e a mãe não precisam de ser unânimes em tudo. Não faz mal mostrar ao seu filho que, às vezes, podem pensar de forma diferente. O importante é ter um acordo sobre os princípios educativos básicos, quer os pais estejam juntos ou separados. Também não faz mal que os filhos descubram que os seus pais podem enganar-se e errar. Voltar atrás, pedir desculpas ou rever uma decisão não vai retirar autoridade do pai ou da mãe; pelo contrário, só reforça o sentido de respeito. E o papel do pai é, sim, ajudar a mãe nesse processo todo.

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